segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ufa, que alívio!

Hoje de manhã, acordei muito bem disposto, porque dei comigo a perceber o truque do Governo e do PSD.

Marotos estes políticos… a querer assustar-nos, para que a gente aperte o cinto, e no final…a coisa vai ficar pela metade ou menos.

De facto, hoje acordei com a convicção de que, depois das negociações e das ameaças tão apoiadas pelo Presidente da República, vamos acabar por ter uma pancada muito mais leve.

Tenho para mim que o aumento de IVA vai acabar em 1% apenas, nos escalões mais baixos e aquela história macabra de roubar o abono, essa Srs políticos, essa foi forte…essa logicamente irá ser retirada.

No final, toda a gente vai sair vencedora, a Democracia funcionou, o Povo apanhou um pancadão mas fica feliz e, o mais importante, o sorvedouro dos ajustes directos pode continuar à vontade, porque temos orçamento.

É como aquele caso em que telefonam p/ alguém a dizer que morreu a família toda num acidente, o familiar entra em desespero, mas logo de seguida, do outro lado da linha, rindo, o tranquilizam…ah pá….só morreu a tua mãe!

– Ufa, que alívio!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Emprego: tratemos do que ainda vive, só assim evitamos que morra

De cada vez que saem estatísticas sobre Desemprego, lá vêm os políticos, economistas e outros teóricos com receitas miraculosas para solucionar o problema.

Ora, cá venho eu também com a minha dose, e se não se importam, façam o favor de não a colocar no rol das receitas, mas antes no rol dos pequenos contributos, de alguém que, enfim, não tem o emprego garantido…

Pois, o que me atormenta de há uns tempos para cá, é a energia e os meios que todo o País dispensa a tentar criar emprego…e que tal despender metade dessa energia a lutar pelo emprego existente, para que não se perca?

A facilidade com que hoje em dia alguém se apresenta à insolvência, na certeza de que os seus trabalhadores não se manifestam, porque têm o dito cujo garantido com a maior das facilidades…é algo que tem que se combater.

Na minha humilde opinião, em vez de apoiar às cegas novos investimentos, as entidades deviam inteirar-se a fundo, caso a caso, das dificuldades que cada empresa que se apresenta à insolvência tem ou não.

É que senão, até dá ideia de que tudo puxa para o encerramento e não p/ a viabilização, que é ao fim e ao cabo, o que está subjacente ao espírito da Lei das Insolvências e que, na sua maioria, acabam em fracasso, enviando p/ os braços da Segurança Social milhares de pessoas..como se nada fosse.

Só um exemplo: ainda um dia destes ouvi na Televisão, notícias de uma Empresa, que se apresentou à Insolvência em Setembro 2009 e que em Agosto 2010 ainda não lhe havia sido atribuído um Administrador Judicial.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Bettencourt Resendes - A classe de um Senhor Jornalista

O mundo da informação e a Democracia portuguesa vêem partir um grande jornalista, e, para mim, o Senhor Comentador, o verdadeiro.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Obrigado António Feio

Pelo brilhante humor que fez e pelo enorme exemplo de coragem, frontalidade e espírito de solidariedade com que enfrentou a doença,

O meu muito Obrigado!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Investimento estrangeiro ou investimento no estrangeiro ?

Cresci a ouvir o País clamar, apoiar, pedinchar investimento estrangeiro para Portugal.
Assim cresceu a economia portuguesa durante as últimas duas ou três décadas, o período áureo que o mundo elogiou.

De repente, veio a queda do Muro de Berlim e a entrada no Mercado comunitário dos Países de Leste e ai Jesus que lá se vai o investimento estrangeiro.

Criam-se e remodelam-se agencias governamentais de captação de investimento estrangeiro, pois só assim podemos crescer e ter emprego, como acontece com a bandeira nacional que é a Auto-Europa.

O desespero é grande, pois todos os dias se ouvem notícias, principalmente nos últimos dois ou três anos, de grandes investidores estrangeiros que fizeram as malas de deixaram centenas de portugueses no desemprego, como foi exemplo um dos casos mais sonantes – a Quimonda.

Ora, mediante a hecatombe, seria normal que o nosso Governo se empenhasse redobradamente na captação de investimento para o nosso Território, mas não: nos últimos tempos, não se ouve falar de outra coisa, senão investimento em Angola, no Brasil, etc

Eu pergunto: o que é que eu, cidadão ou o Estado português ganham pelo facto de empresários portugueses estarem a investir o que têm e o que não têm em Angola, por exemplo?

Será que o interesse estratégico de salvação da economia nacional passou a ser o investimento do País no estrangeiro, em detrimento do investimento estrangeiro no País?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Depois da festa...a conta

Queirós e a Selecção deram cabo da nossa esperança em ultrapassar as tormentas e o mau tempo africano.

Depois da tempestade, José Sócrates e o Governo secam qualquer resquício de liquidez que houvesse por aí.

domingo, 6 de junho de 2010

Ao fim e ao cabo há esperança!

O País esbraceja há meses e pede socorro, no meio da tempestade originada pelos ratings, temendo os menos optimistas que se afogue de vez.

Apareceu porém, nos últimos dias o salva-vidas, aquele que a todos nos há-de levar na crista da onda, quanto mais não seja, a sonhar durante umas semanas e a esquecer esse maldito défice: Carlos Queirós.

Quem diria que a solução, afinal, era tão fácil…